Exposição ‘Misticismo, tradição e inovação’, de Elizabeth Almendra até 30 de Dezembro


A arte busca constantemente a beleza, isto é aquela harmonia que é síntese de alegria e dor, de luzes e sombras, de real e metafísico. Uma arte que para pintura de Elizabeth Almendra renova alguns esquemas neo-clássicos com uma sensibilidade e com outras motivações culturais. A criação dessa artista não é uma simples galeria de vultos femininos: é a representação de estudos de alma. Quando o seu discurso pictórico se alarga ulteriormente, seus retratos se transformam em modos de ser em momentos vitais e juventude. Assim sendo, além do vulto podemos sentir a confiança na vida, segurança e serenidade. O personagem se torna então a ocasião para exprimir algo que se move interiormente da alma da artista para traduzir sentimentos em forma e cor. Sua pintura é viva, expressiva e permeada de vivo realismo e suas obras, envolvidas numa gama de cores diversificada, com iluminações adequadas, possuem um fascínio expressivo. Suas figuras femininas são na maioria corpos muito próximos da escultura. Nota-se que para Elizabeth Almendra pintar ainda é uma operação poética, rica de uma áurea, símbolo da persistência de valores tradicionais que por isso mesmo, podemos considerá-los como morais. A condição humana, antes de qualquer coisa, transporta a artista a repetir instintivamente, como uma necessidade interior, a experiência pictórica daquele momento determinante.



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